O desembargador Alexandre Miguel, presidente do Tribunal de Justiça de Rondônia, assumiu interinamente o governo do estado entre os dias 4 e 15 de julho de 2026. A medida ocorreu após o governador Marcos Rocha viajar à China para compromissos oficiais, deixando a linha sucessória principal ausente do território rondoniense.
Com o vice-governador e o presidente da Assembleia Legislativa fora do estado, a Constituição estadual determinou a posse do chefe do Judiciário local. O desembargador Francisco Borges, vice-presidente do TJRO, permanece na função de substituto imediato caso necessário.
Detalhes da sucessão constitucional
A posse interina seguiu rigorosamente os critérios legais previstos para situações de ausência do governador. Alexandre Miguel exerce as atribuições executivas sem alterar a estrutura administrativa ou tomar decisões de longo prazo durante o período.
Autoridades do TJRO confirmaram que o retorno do governador Marcos Rocha está programado para 15 de julho, quando o comando do Executivo volta às mãos originais. Até lá, o Judiciário mantém apenas atos de rotina e urgência.
Impactos administrativos limitados
A transição não alterou o funcionamento dos órgãos estaduais nem gerou mudanças em políticas públicas. O período de interinidade foi tratado como procedimento padrão previsto na legislação rondoniense.
Fontes do Palácio do Governo indicam que a viagem à China visa atrair investimentos e parcerias comerciais para Rondônia, mantendo a agenda econômica do estado em andamento mesmo durante a ausência do titular.