Brunno Oliveira, técnico judiciário lotado na Comarca de Porto Velho, pediu exoneração do cargo no Tribunal de Justiça de Rondônia após 13 anos de serviço público. A decisão, comunicada ao Sinjur, marca o encerramento de um ciclo profissional e abre espaço para novos desafios pessoais e profissionais.
O profissional justificou a saída pela busca de novas oportunidades, mantendo o foco em sua formação e trajetória. A exoneração foi formalizada sem indicação de data específica, mas a mensagem de despedida já circula entre colegas e entidades representativas.
A mensagem de agradecimento ao Sinjur
Em comunicado enviado ao sindicato, Brunno Oliveira expressou gratidão a diversas pessoas e instituições que acompanharam sua jornada. O texto destaca o apoio familiar, a oportunidade oferecida pelo Tribunal de Justiça e as experiências adquiridas junto ao Sinjur e à Assejus.
Primeiramente, eu agradeço a Deus, pelo dom da vida, pela saúde, fé e por essa coragem de tomar decisões desafiadoras, que vem dele. Em segundo, à minha família, pelo apoio durante a minha formação acadêmica — minha vó Elizia, minhas tias Terezinha, Fátima, Maria das Graças e Zilda. Ao Tribunal de Justiça pela oportunidade profissional ímpar, que eu jamais teria em outro lugar. Ao Sinjur e Assejus, pelas experiências jurídicas e administrativas no âmbito dos direitos coletivos. E aos colegas de trabalho, que foram fundamentais ao longo da minha caminhada. Muita gratidão por tudo! E que Deus continue nos abençoando abundantemente!
Brunno Oliveira
Novos rumos após 13 anos de serviço
Colaboradores do Tribunal de Justiça de Rondônia e representantes do Sinjur receberam a notícia com reconhecimento pelo trabalho realizado. A saída de Brunno Oliveira reforça a importância das experiências coletivas vividas dentro do órgão e nas entidades de classe.
A decisão reflete um momento comum entre servidores que, após longa trajetória, optam por mudanças de rumo. O Tribunal de Justiça de Rondônia segue com seus quadros e a Assejus mantém o apoio aos direitos dos trabalhadores do Judiciário estadual.