O Ministério Público de Rondônia (MPRO) e a Escola Superior do Ministério Público do Estado de Rondônia (Empro) promovem no dia 3 de agosto de 2026, às 10h30, o lançamento da 15ª edição do Prêmio MPRO de Jornalismo. O evento acontece no prédio da Empro, em Porto Velho, e integra a programação do Agosto Lilás além das ações que marcam os 20 anos da Lei Maria da Penha. A iniciativa busca incentivar reportagens sobre violência de gênero e destacar o papel da imprensa na defesa de direitos.
A edição deste ano tem como tema “Por meninas e mulheres livres de todas as formas de violência”. O prêmio reconhece trabalhos jornalísticos que contribuam para a disseminação de informações de interesse público, o fortalecimento da cidadania e da democracia. Organizações e profissionais da imprensa de Rondônia já preparam materiais alinhados à proposta.
Detalhes do evento em Porto Velho
A cerimônia de lançamento ocorre no próprio prédio da Empro e marca o início oficial das inscrições para a 15ª edição. Participantes poderão conhecer as categorias, os prazos e os critérios de avaliação durante o encontro. A data foi escolhida para alinhar o prêmio às campanhas de prevenção à violência contra a mulher que ocorrem em agosto.
Além da divulgação do regulamento, o evento reforça parcerias entre o Ministério Público e veículos de comunicação locais. Representantes de rádios, jornais e portais digitais são esperados para acompanhar a apresentação. O formato presencial permite ainda o esclarecimento de dúvidas sobre o processo seletivo.
Importância do prêmio para a sociedade
O Prêmio MPRO de Jornalismo valoriza reportagens que tratam de temas sociais relevantes e estimula a produção de conteúdo de qualidade. Ao focar na violência de gênero, a iniciativa amplia o debate sobre direitos humanos e incentiva a cobertura responsável desses assuntos. A ação reforça o compromisso das instituições com a cidadania e a proteção de meninas e mulheres.
Com 15 edições realizadas, o prêmio consolidou-se como referência no estado para o reconhecimento do jornalismo responsável. Profissionais e veículos premiados em anos anteriores contribuíram para maior visibilidade de questões como direitos da mulher e combate à violência doméstica. A nova edição mantém esse legado e amplia o alcance das discussões propostas.