Uma servidora que atuava como chefe de gabinete de um vereador na Câmara Municipal de Ji-Paraná foi presa na manhã de sexta-feira, 3 de julho de 2026, por perseguir e ameaçar um casal na cidade. A detenção ocorreu após as vítimas procurarem a Unidade de Inteligência e Segurança Pública (UNISP), e a mulher foi conduzida à Polícia Civil. Horas depois, ela foi exonerada do cargo por meio de portaria assinada pelo presidente da Câmara, Marcelo José de Lemos.
Detalhes do incidente
De acordo com as informações apuradas, a ex-servidora mantinha um relacionamento extraconjugal que chegou ao fim. Inconformada com a separação, ela passou a perseguir o homem e sua esposa, inclusive comparecendo à residência do casal com uma faca e proferindo ameaças.
O episódio gerou insegurança para as vítimas, que optaram por registrar a ocorrência junto às autoridades competentes. A Polícia Militar foi acionada para garantir a condução da suspeita até a delegacia, onde o caso foi registrado pela Polícia Civil de Ji-Paraná.
Intervenção das autoridades
Agentes da UNISP e da Polícia Militar atuaram de forma coordenada na manhã de sexta-feira para atender à denúncia. A abordagem ocorreu sem maiores incidentes, e a suspeita foi levada para as dependências da Polícia Civil, onde prestou depoimento.
Até o momento, não há informações sobre a existência de inquérito policial em andamento ou medidas protetivas solicitadas pelas vítimas. O caso segue sob sigilo, conforme os procedimentos legais vigentes.
Decisão da câmara municipal
A Câmara Municipal de Ji-Paraná publicou a portaria de exoneração ainda na sexta-feira, assinada pelo presidente Marcelo José de Lemos. O ato administrativo foi adotado logo após a prisão, encerrando o vínculo da servidora com o gabinete do vereador, que mantém reputação ilibada.