O secretário-chefe da Casa Civil, Elias Rezende, posicionou-se publicamente sobre especulações envolvendo seu cargo e a pasta no governo de Marcos Rocha, reafirmando lealdade ao governador e negando qualquer submissão a pressões ou chantagens.
As declarações surgem em um momento de maior efervescência política, quando tentativas de criar ruídos sobre a administração estadual se intensificam. Rezende destacou que a cadeira da Casa Civil pertence ao governador, que tem autonomia para escolher seus ocupantes.
Posicionamento diante de especulações
Em suas palavras, o secretário deixou claro que cumpre suas funções com base na legalidade e no interesse público, sem pretender ser visto como uma figura todo-poderosa. Ele ressaltou que divergências pontuais com a Assembleia Legislativa são naturais na democracia e não configuram crise institucional.
Tenho visto, com certa naturalidade, algumas especulações sobre a Casa Civil e sobre o espaço que ocupo no Governo. Comecemos pelo óbvio: a cadeira da Casa Civil não é minha. É do governador Marcos Rocha, a quem cabe, por livre escolha, decidir quem deve ocupá-la. Enquanto eu tiver sua confiança para exercer essa missão, seguirei trabalhando com a mesma responsabilidade de sempre. No dia em que entender que outro nome deve assumir, isso também fará parte da normalidade da vida pública.
Elias Rezende
Lealdade ao governador Marcos Rocha
Rezende também abordou diretamente as tentativas de envolvê-lo em interesses pessoais ou mercenários, afirmando que nunca se submeteu a chantagens para manter seu espaço no governo. Ele reiterou que cargo é transitório, mas responsabilidade e caráter permanecem.
Sei que há muita gente interessada nessa cadeira. Faz parte. O que não faz parte do meu modo de agir é me submeter a pressões, chantagens ou interesses mercenários para preservar cargo, espaço ou poder. Também nunca fui, nem pretendi ser, o “todo-poderoso do Governo”. Tenho atribuições, responsabilidades e limites muito claros. Cumpro minhas obrigações pautado pela legalidade, pelo interesse público e pelas decisões do governador.
Elias Rezende
Contexto eleitoral e normalidade política
O secretário observou que, em período eleitoral, é comum o aumento de tentativas de desarticular grupos políticos por meio de conjecturas sem evidências. Ele concluiu reafirmando seu compromisso de continuar trabalhando, independentemente das narrativas que circulam.
Em período eleitoral, é previsível que aumentem as tentativas de criar ruídos, atingir pessoas e desarticular grupos políticos. É do jogo. O problema começa quando alguns preferem apresentar conjecturas como notícias, repetindo versões sem uma única evidência que lhes dê sustentação. Quanto ao restante, continuo fazendo o que sempre fiz: trabalhando.
Elias Rezende