O rei Guilherme Alexandre da Holanda atuou secretamente como copiloto em voos comerciais da KLM por mais de três décadas, mantendo a prática mesmo após assumir o trono em 2013. A revelação surpreendeu o público e reforçou a imagem de um monarca que equilibra deveres reais com uma paixão pessoal pela aviação. Ele iniciou os voos em 1995 sob nome falso e acumulava entre 20 e 30 horas de voo por mês.
A companhia aérea holandesa confirmou que o soberano possui todas as licenças e qualificações exigidas para exercer a função. Os voos ocorriam principalmente em rotas domésticas e europeias operadas pela KLM, sempre sem divulgação prévia aos passageiros.
Paixão pela aviação desde a juventude
Guilherme Alexandre desenvolveu o interesse por aeronaves ainda jovem e decidiu transformar o hobby em atividade profissional paralela. A rotina permitia contato direto com tripulantes e passageiros, algo raro para um chefe de Estado.
Após a ascensão ao trono, o rei manteve o sigilo para evitar protocolos de segurança excessivos. A prática servia como válvula de escape dos compromissos formais da monarquia.
Relaxamento longe dos holofotes
O monarca descreveu a atividade como uma oportunidade de se desconectar das obrigações reais. Ele pilotava com frequência suficiente para manter as habilidades em dia e cumprir os requisitos da aviação comercial.
É uma forma de relaxar e de fazer algo completamente diferente
Guilherme Alexandre
Especialistas em aviação destacam que a continuidade da atividade demonstra alto nível de profissionalismo e dedicação. A notícia gerou repercussão positiva entre fãs da realeza e entusiastas do setor aéreo na Holanda e além.